Mas eu odeio aquelas forçadas, compridas e sem a linha de nexo que nos crava, apegados na ilusão de ter vivido aquelas maravilhas em determinado momento da vida. E, assim como os poetas, se assim eles me permitem, faço as minhas analogias do dia a dia, cumpro com a promessa sem sal de viver a monotonia; fala sério, este é o termo correto quando a mesmice fica chata. Posicionamentos à parte, eu quero aproveitar a deixa e indicar o livro de um amigo poeta. Nos anúncios por aí aparece sendo o livro mais esperado do ano, mas quanto a isso eu não tenho verificação comprovada. Clique aqui e adquira o seu exemplar Com Amor, Hud, traz os trechos de textos em que os leitores mais se identificaram durante dois anos de ensaio e escrita. Hoje você talvez já esteja na página 42, amanhã na página 3, uma coleção de momentos que ficaram registrados apenas pelo traço da poesia. Compartilhar com vocês essa experiência é fenomenal, visto que pouco pensamos sobre o valor de pequenos momentos. Não temos se...